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A educação que nós temos é a que queremos?
24 de abril de 2019

Estamos vivendo um momento histórico na Educação Brasileira. Um momento em que milhares de brasileiros anseiam por mudanças no sistema educacional.

Estamos vivendo um momento histórico na Educação Brasileira. Um momento em que milhares de brasileiros anseiam por mudanças no sistema educacional.

Em meio a esta onda de desejo de qualidade, um grupo de educadores percebeu que é o momento de intervir e entregar à sociedade o III Manifesto pela Educação. Este documento foi escrito, ao longo de dois anos sem a tutela de organizações, empresas ou partidos políticos. Hoje ele chega à sociedade através das mãos do poder executivo, legislativo, judiciário, conselheiros tutelares, diretores escolares, líderes religiosos, líderes comunitários, diretores educacionais, professores, estudantes, pais, e de todos que constituem a população brasileira.

Nós nos reunimos em redes sociais e em encontros presenciais motivados pela indignação e tristeza de conviver com os vergonhosos resultados estatísticos de nossa educação.

Somos motivados pelo grito de socorro de 3 milhões de jovens brasileiros  que são lançados, por ano, para fora da escola, e condenados a peregrinarem no “Vale do Nem”,  nem estudantes e nem trabalhadores.

Somos motivados pela existência de inúmeros educadores que já realizam pelo Brasil, projetos que comprovam ser possível, com poucos recursos financeiros e humanos, fazer uma educação emocional e acadêmica de qualidade!

Convido você a fazer comigo, uma analogia: Imaginemos que a educação esteja como um bolo e que a massa solou, o recheio azedou, mas está coberto com um lindo e branco glacê. Hora vem um e coloca uma cereja para enfeitar, outro vem e troca a cor do glacê… Estamos aqui propondo, não uma repetição ou um retorno de velhos sistemas educacionais do século XX ou do século XIX, mas sim a mudança de paradigmas no dia a dia escolar. Propomos a construção de um novo ambiente educativo neste século XXI, rompendo definitivamente com o fatalismo da reprodução do insucesso que está sendo provocado pela digestão e indigestão deste bolo solado e azedado.

Cremos que as comunidades escolares podem se transformar em espaços de humanização. O Brasil dispõe de produção científica, de educadores e de práticas que provam a possibilidade de uma escola que a todos acolha e dê, a cada um, condições de realização pessoal e social.

O primeiro Manifesto de 1932 foi sufocado pela ditadura Vargas. O segundo em 1959, que esteve na origem das Escolas Experimentais e dos Ginásios Vocacionais, foi sufocado pela ditadura militar.

O III Manifesto pela Educação está colocado agora em suas mãos!

Interpelamos o poder público, as universidades, as escolas, professores, estudantes, pais e a sociedade a nos reunirmos e debatermos intensamente sobre como fazer esta nova educação que tanto almejamos.

Vamos juntos, com responsabilidade e seriedade, tomar posse de nossa herança educacional furtada pela ditadura. Vamos juntos desfrutar de nossos direitos democráticos e “Mudar a Escola, Melhorar a Educação: Transformar um País”

E que Deus nos abençoe!                 

Muito obrigada!

Estamos vivendo um momento histórico na Educação Brasileira. Um momento em que milhares de brasileiros anseiam por mudanças no sistema educacional.

Em meio a esta onda de desejo de qualidade, um grupo de educadores percebeu que é o momento de intervir e entregar à sociedade o III Manifesto pela Educação. Este documento foi escrito, ao longo de dois anos sem a tutela de organizações, empresas ou partidos políticos. Hoje ele chega à sociedade através das mãos do poder executivo, legislativo, judiciário, conselheiros tutelares, diretores escolares, líderes religiosos, líderes comunitários, diretores educacionais, professores, estudantes, pais, e de todos que constituem a população brasileira.

Nós nos reunimos em redes sociais e em encontros presenciais motivados pela indignação e tristeza de conviver com os vergonhosos resultados estatísticos de nossa educação.

Somos motivados pelo grito de socorro de 3 milhões de jovens brasileiros  que são lançados, por ano, para fora da escola, e condenados a peregrinarem no “Vale do Nem”,  nem estudantes e nem trabalhadores.

Somos motivados pela existência de inúmeros educadores que já realizam pelo Brasil, projetos que comprovam ser possível, com poucos recursos financeiros e humanos, fazer uma educação emocional e acadêmica de qualidade!

Convido você a fazer comigo, uma analogia: Imaginemos que a educação esteja como um bolo e que a massa solou, o recheio azedou, mas está coberto com um lindo e branco glacê. Hora vem um e coloca uma cereja para enfeitar, outro vem e troca a cor do glacê… Estamos aqui propondo, não uma repetição ou um retorno de velhos sistemas educacionais do século XX ou do século XIX, mas sim a mudança de paradigmas no dia a dia escolar. Propomos a construção de um novo ambiente educativo neste século XXI, rompendo definitivamente com o fatalismo da reprodução do insucesso que está sendo provocado pela digestão e indigestão deste bolo solado e azedado.

Cremos que as comunidades escolares podem se transformar em espaços de humanização. O Brasil dispõe de produção científica, de educadores e de práticas que provam a possibilidade de uma escola que a todos acolha e dê, a cada um, condições de realização pessoal e social.

O primeiro Manifesto de 1932 foi sufocado pela ditadura Vargas. O segundo em 1959, que esteve na origem das Escolas Experimentais e dos Ginásios Vocacionais, foi sufocado pela ditadura militar.

O III Manifesto pela Educação está colocado agora em suas mãos!

Interpelamos o poder público, as universidades, as escolas, professores, estudantes, pais e a sociedade a nos reunirmos e debatermos intensamente sobre como fazer esta nova educação que tanto almejamos.

Vamos juntos, com responsabilidade e seriedade, tomar posse de nossa herança educacional furtada pela ditadura. Vamos juntos desfrutar de nossos direitos democráticos e “Mudar a Escola, Melhorar a Educação: Transformar um País”

E que Deus nos abençoe!                 

Muito obrigada!

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Aislan Munin
Pai da Liz. Membro cooperado do Portal da Educadora, Estudou Ciências Sociais na PUCSP e FESPSP, autodidata em Sistemas Web, uniu as duas áreas trabalhando como sócio-educador lecionando Introdução a Informática.