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Cláudio Moraes e palhaçaria como possibilidade pedagógica
29 de novembro de 2020

Professor de Pedagogia no Ensino Superior, Claudio Moraes começou em 1998 como monitor, recebendo turmas do Ensino Médio no Projeto UnB Tour, depois se tornou professor auxiliar na Escola Vivendo & Aprendendo, ficando lá até 2003. Atuou em diferentes escolas, da Educação Infantil ao Ensino Fundamental e, em 2019 entrou na Escola Casa de Ismael, como Orientador Socioeducativo, trabalhando com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. 

Portal da Educadora – Como a palhaçaria entrou na sua vida e qual interface que enxerga com a educação e a Pedagogia? 

Claudio – A Palhaçaria entrou em minha vida em 16 de abril de 2002 quando assisti o filme “O Amor é Contagioso” e quis trabalhar como palhaço de hospital, aí foram 17 anos atuando e coordenando o trabalho no Hospital Universitário de Brasília. Trabalho com o método PALHAÇO PEDAGÓGICO desde abril/2008, em escolas e centros universitários atualmente.

Portal da Educadora – Neste momento de pandemia a palhaçaria pode ajudar de alguma forma as famílias em suas casas?

Claudio – A Arte do Palhaço por meio do pedagógico auxilia no trabalho dos professores e alunos durante a pandemia nas aulas remotas, quebrando a monotonia, aumenta a atenção dos alunos à aula por meio do PALHAÇO PEDAGÓGICO, além de desenvolver a competência da comunicação, pois o palhaço é um ser comunicativo entre aluno-professor-pais. E tudo isso mesclado com boa dose de criatividade e ludicidade em sala de aula. Como sempre  a arte como ferramenta transformadora e na formação de estudantes mais reflexivos e felizes.

Uma imagem contendo pessoa, homem, segurando, mesa

Descrição gerada automaticamente
Portal da Educadora – O que te move a atuar como palhaço?

O que mais me move na arte do palhaço é a liberdade de ser quem sou realmente. Pois o estado de palhaço nos permite autoaceitação, aceitar como somos, com nossos defeitos, erros e tropeços. Ser palhaço é libertário, é mostrar um lado nosso que é o ridículo e que a sociedade prefere esconder. Na sociedade normalmente precisamos ser perfeitos, corretos e não podemos errar, mas já como palhaço temos a liberdade de mostrar o ‘nosso lado torto, bobo, ingênuo e puro”.

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Larissa Plapler
Mãe do Lucas, jornalista e entusiasta. Atuou em editoras de revistas impressas com diferentes temas e abordagens. Atualmente, atua como membra cooperada do Portal d@ Educador@, onde desenvolve e dissemina conteúdos relevantes a favor da educação e da valorização das vozes femininas do Brasil.