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Ao iniciar a alfabetização em sua língua materna uma criança deverá construir o seu conhecimento seguindo as diferentes etapas do desenvolvimento cognitivo. Para que isso ocorra, esse processo de ensino aprendizagem deverá ser bem elaborado e executado nas escolas, para que num futuro próximo os alunos não apresentem dificuldades na construção do pensamento lógico-abstrato.

Na metodologia recente executada para o ensino de matemática (anos 80 e 90), o aluno é um mero expectador obrigado a participar de uma aula/apresentação maçante e desinteressante, mesmo porquê a preocupação principal de seus professores naquele momento é cumprir o cronograma exigido. A metodologia aplicada e o conteúdo exposto não exploram a intersecção com a vida e convívio social e sua potencial interação com o meio. Esse método antiquado e retrogrado fez com que muitas pessoas tivessem a impressão de “odiar” matemática. Foi essa metodologia que tivemos em nossas escolas que gerou esse desconforto e consequente resistência em lidar com os números. A pergunta que fica é: como é possível “odiar’ matemática se à todo momento durante nosso dia estamos pensando nela?

Ao entrarmos no vagão do metrô, escolhemos a fila com menor número de pessoas, ao comprarmos um café, aguardamos o troco correto, ao entramos no trabalho, verificamos quanto tempo ainda temos até o horário obrigatório de entrada.  Como é possível odiarmos algo que fazemos “indiretamente” o dia todo? Será que não é melhor aprender e conviver com a matemática da melhor forma possível?